Systems for surveillance of birth defects in Latin America and the Caribbean: present and future Sistemas de vigilância de anomalias congênitas na América Latina e Caribe: presente e futuro
Durán, P.; Liascovich, R.; Barbero, P.; Bidondo, Mía.Paz.; Groisman, B.; Serruya, S.; de Francisco, L.Andrés.; Becerra-Posada, F.; Gordillo-Tobar, A.
Revista Panamericana de Salud Publica 43: E44
2019
ISSN/ISBN: 1020-4989 PMID: 31139210 Document Number: 232726
To determine the availability of national systems for surveillance of birth defects in Latin America and the Caribbean and describe their characteristics. Cross-sectional study based on a semi-structured, self-administered online survey sent in 2017 by local representative offices of the Pan American Health Organization to authorities at the ministries of health of all countries in Latin America and the Caribbean. The survey obtained information on the availability and characteristics of national systems for surveillance of birth defects in each country. Eleven countries have a national system for surveillance of birth defects: Argentina, Colombia, Costa Rica, Cuba, Dominican Republic, Guatemala, Mexico, Panama, Paraguay, Uruguay, and Venezuela. These systems have heterogeneous features: six are hospital-based; 10 include both live births and stillbirths in their case definition. All the surveillance systems include cases with severe and minor defects, except in Argentina, Colombia, and Guatemala, where only severe birth defects are recorded. Only Argentina, Costa Rica, and Uruguay prepare periodic reports that consolidate and present the results of surveillance. The registries in Argentina and Costa Rica have operational manuals. The availability of national systems for surveillance of birth defects remains limited and highly heterogeneous in Latin America and the Caribbean. Priority should be given to continued expansion and strengthening of this type of surveillance in these countries. Conhecer a existência de sistemas nacionais de vigilância de anomalias congênitas na América Latina e Caribe e descrever as características destes sistemas. Estudo transversal realizado por meio de uma pesquisa online com uso de questionário semiestruturado e autoaplicado enviado no 2017 pelas representações locais da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) às autoridades dos ministérios da Saúde em todos os países da América Latina e Caribe. Foram coletados dados sobre a existência de sistema nacional de vigilância de anomalias congênitas e as características destes sistemas. Onze países possuem um sistema nacional de vigilância de anomalias congênitas: Argentina, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, México, Panamá, Paraguai, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Os sistemas são de natureza heterogênea, seis são baseados em registros hospitalares e 10 incluem nascidos vivos e morte fetal na definição de caso. A maioria dos sistemas de vigilância abrange casos de anomalias congênitas maiores e menores, exceto na Argentina, Colômbia e Guatemala em que são registradas apenas as anomalias congênitas maiores. A Argentina, Costa Rica e Uruguai são os únicos países que apresentam relatórios periódicos reunindo os achados da vigilância e a Argentina e Costa Rica possuem manuais operacionais para o registro. Verificou-se que, na América Latina e no Caribe, os sistemas nacionais de vigilância de anomalias congênitas são ainda em um pequeno número e bastante heterogêneos. É uma prioridade expandir e reforçar esta forma de vigilância nos países da região.